Créditos: MimosoNews
Um homem foi ferido com um golpe de canivete durante uma tentativa de homicídio registrada na madrugada deste domingo (27), na Rua João Jacinto, no bairro Boa Esperança, em Muqui, no Sul do Espírito Santo. A ocorrência foi registrada por volta de 1h40.
De acordo com a Polícia Militar, a equipe da RP 5212 foi acionada pelo COPOM e encontrou J.E.C recebendo atendimento de uma equipe do SAMU. Segundo os socorristas, o estado de saúde da vítima era estável, e ela seria encaminhada para atendimento médico na UPA do bairro Marbrasa, em Cachoeiro de Itapemirim.
A dinâmica do crime foi relatada por D.B.N, que também teria sido agredida e ameaçada durante a ocorrência. Segundo o relato, ela estava em um evento no estabelecimento conhecido como "Bar do Nem Cunha" e, ao decidir ir embora, percebeu que os dois pneus traseiros de seu veículo estavam perfurados.
Diante da situação, a mulher pediu uma carona , seu ex-namorado e pessoa de sua confiança. Ao chegarem à residência dela, os dois teriam sido surpreendidos pelo ex-companheiro , identificado como F.R.dos S.
Segundo o relato, o suspeito estava armado com um canivete e avançou contra o veículo, impedindo que os ocupantes deixassem o local. O suspeito teria forçado a abertura da porta do motorista e, ao conseguir abri-la, desferido um golpe de canivete na região abdominal da vitima.
A mulher teria tentado intervir para impedir novas agressões. Nesse momento, o homem conseguiu correr para dentro da residência em busca de proteção. Ainda conforme o relato, o suspeito agrediu a mulher com um soco no rosto, proferiu ofensas e a ameaçou de morte, dizendo que retornaria para matá-la caso ela acionasse a polícia.
Antes de fugir, o suspeito teria danificado o para-brisa traseiro do veículo. A Polícia Militar realizou buscas e patrulhamento na região para tentar localizar o suspeito, mas ele não foi encontrado até o encerramento da ocorrência.
A mulher recebeu oferta de atendimento médico, mas recusou naquele momento. Ela foi orientada a procurar a Polícia Civil para formalizar o relato, preservar possíveis provas e solicitar, se cabível, Medidas Protetivas de Urgência.
O caso foi registrado pela Polícia Militar e deverá ser apurado pela Polícia Civil, que ficará responsável pela adoção das medidas cabíveis.

